" OS ANJINHOS "
Esta é a malha dedicada inteiramente aos “anjinhos”. Estes são todos aqueles/as que não partem um prato, de falinhas mansas, e que se mostram muito indignados com a linguagem vernácula e os palavrões, que até mesmo eles entendem tão bem.
“… És um ordinário Caboz !!”. Ai sou? E vocês não? Então agarrem lá esta:
Eles são os tais “anjinhos” acima de qualquer reprimenda. Mas são os mesmos que à 2ª cerveja, já querem andar à porrada nos bares, apalpar o cu às gajas, e dizer “asneirolas” a torto e a direito.
Elas são as tais “anjinhas” que “…ai queu rror!!”. Mas são as mesmas que ao segundo “Bayleys” ou “Malibu”, desapertam dois botões da blusa e vão pró meio da pista seduzir os gajos das obras. São umas lobas na cama e não dizem a ninguém, e que arquitectam os planos mais maquiavélicos para denegrir a “qridas” amigas.
E se o vernáculo é assim tão chocante, como falará esta gente?
Resolvi bafejá-los com alguma cultura, para que possam identificar esta gentinha:
Ordinário: “ Vai te foder! “
Anjinho : “ Vai tafonso! “
Ordinário: “Foda-se!”
Anjinho : “Fónix!”
Ordinário: “ O gajo é um paneleiro de merda!”
Anjinho : “ O rapaz é um mariquinhas de cáca!”
Ordinário: “ Quando é que vamos prá cama?”
Anjinho : “ Quando é que vamos tomar um cafezinho?”
Ordinário: “ A puta que o pariu!”
Anjinho : “ A rameira que o deu à luz!”
Ordinário: “ Isso fica em Sta. Cona do assobio!“
Anjinho : “ Isso é lá pra São Pipi do gritinho!”
Ordinário: “ Ele pediu-me que lhe fizesse um broxe…”
Anjinho : “ Ele pediu-me que lhe desse beijinhos na pilinha”
Ordinário: “ Como não queria foder, bati-lhe uma punheta e safei-me…”
Anjinho : “ Como me doía a cabeça, lavei-lhe a roupa à mão e adormeci…”
Ordinário: “ Fode-me à bruta, cabrão!”
Anjinho : “ Mais virilidade, seu mariola!
Ordinário: “Lambe-me os colhões!”
Anjinho : “Beije-me os tim-tins!”
Ordinário: “ Vai pró caralho! ”
Anjinho : “ Vá se lixar! ”
“… És um ordinário Caboz !!”. Ai sou? E vocês não? Então agarrem lá esta:
Eles são os tais “anjinhos” acima de qualquer reprimenda. Mas são os mesmos que à 2ª cerveja, já querem andar à porrada nos bares, apalpar o cu às gajas, e dizer “asneirolas” a torto e a direito.
Elas são as tais “anjinhas” que “…ai queu rror!!”. Mas são as mesmas que ao segundo “Bayleys” ou “Malibu”, desapertam dois botões da blusa e vão pró meio da pista seduzir os gajos das obras. São umas lobas na cama e não dizem a ninguém, e que arquitectam os planos mais maquiavélicos para denegrir a “qridas” amigas.
E se o vernáculo é assim tão chocante, como falará esta gente?
Resolvi bafejá-los com alguma cultura, para que possam identificar esta gentinha:
Ordinário: “ Vai te foder! “
Anjinho : “ Vai tafonso! “
Ordinário: “Foda-se!”
Anjinho : “Fónix!”
Ordinário: “ O gajo é um paneleiro de merda!”
Anjinho : “ O rapaz é um mariquinhas de cáca!”
Ordinário: “ Quando é que vamos prá cama?”
Anjinho : “ Quando é que vamos tomar um cafezinho?”
Ordinário: “ A puta que o pariu!”
Anjinho : “ A rameira que o deu à luz!”
Ordinário: “ Isso fica em Sta. Cona do assobio!“
Anjinho : “ Isso é lá pra São Pipi do gritinho!”
Ordinário: “ Ele pediu-me que lhe fizesse um broxe…”
Anjinho : “ Ele pediu-me que lhe desse beijinhos na pilinha”
Ordinário: “ Como não queria foder, bati-lhe uma punheta e safei-me…”
Anjinho : “ Como me doía a cabeça, lavei-lhe a roupa à mão e adormeci…”
Ordinário: “ Fode-me à bruta, cabrão!”
Anjinho : “ Mais virilidade, seu mariola!
Ordinário: “Lambe-me os colhões!”
Anjinho : “Beije-me os tim-tins!”
Ordinário: “ Vai pró caralho! ”
Anjinho : “ Vá se lixar! ”
Ordinário: “ Dei-lhe três berlaitadas esta noite, que ela até ganiu!”
Anjinho : “ Demos três cabalhotas tão intensas, que ela até foi chupar uma pastilha prá garganta!”
Ordinário: “Mete-mo no cu, cabrão!”
Anjinho : “ Faça de mim o que quiser, maroto!”
Ordinário: “ Estou-me a vir!”
Anjinho : “ Então vá!”
E podia estar aqui a noite toda nisto, mas acho que já dá para vocês tirarem os primeiros azimutes.
Porque é que será, que ao aprendermos línguas, as primeiras palavras são sempre os palavrões?
Porque será que em adolescentes, ao ler os autos de Gil Vicente e outros escritores na escola, ao primeiro “merda”, todos se escangalhavam a rir à socapa?
Porque será que a “Revista à portuguesa” saca as melhores gargalhadas, após uma qualquer caralhada?
Porque será que o Fernando Rocha tem tanto sucesso com as suas anedotas?
“…aahh mas eu não acho piada nenhuma! São tudo ordinarices!”
Deixem-me dizer-lhes, meus queridos “anjinhos”, que “ordinário” vem de “pertencer à ordem”, como tal todos vocês são ordinários.
Valor está em quem, como eu, tenta sempre ser EXTRAORDINÁRIO.
E se não gostarem, podem todos ir para a rameira que vos deu à luz, seus mariquinhas de caca!
Anjinho : “ Demos três cabalhotas tão intensas, que ela até foi chupar uma pastilha prá garganta!”
Ordinário: “Mete-mo no cu, cabrão!”
Anjinho : “ Faça de mim o que quiser, maroto!”
Ordinário: “ Estou-me a vir!”
Anjinho : “ Então vá!”
E podia estar aqui a noite toda nisto, mas acho que já dá para vocês tirarem os primeiros azimutes.
Porque é que será, que ao aprendermos línguas, as primeiras palavras são sempre os palavrões?
Porque será que em adolescentes, ao ler os autos de Gil Vicente e outros escritores na escola, ao primeiro “merda”, todos se escangalhavam a rir à socapa?
Porque será que a “Revista à portuguesa” saca as melhores gargalhadas, após uma qualquer caralhada?
Porque será que o Fernando Rocha tem tanto sucesso com as suas anedotas?
“…aahh mas eu não acho piada nenhuma! São tudo ordinarices!”
Deixem-me dizer-lhes, meus queridos “anjinhos”, que “ordinário” vem de “pertencer à ordem”, como tal todos vocês são ordinários.
Valor está em quem, como eu, tenta sempre ser EXTRAORDINÁRIO.
E se não gostarem, podem todos ir para a rameira que vos deu à luz, seus mariquinhas de caca!

2 Comments:
At 11:17 a.m., outubro 20, 2006,
Anónimo said…
Daqui fala o outro!!!!
Amigo, “ Isso é lá pra São Pipi do gritinho!”, é lindo.
Falta o belo Chupa-me o forro dos Quilhões
At 3:27 p.m., novembro 06, 2006,
Unknown said…
Nem mais, Caboz! É por isso que eu venho-te ler sempre! Tu estás lá! Saiste-me cá uma malha...
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